Dia da Poupança – quem poupa realiza mais sonhos

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Em 31 de outubro, comemorou-se o Dia Internacional da Poupança. Embora a data já seja comemorada há mais de 80 anos no país, boa parte da população ainda não assimilou a importância do assunto e não adquiriu o hábito de poupar, visando à realização de sonhos, e isso acontece pela falta educação financeira.

Os índices de endividamento continuam altos, assim como mostra a recente pesquisa divulgada pela Serasa, que aponta que, no Brasil, há cerca de 57 milhões de pessoas inadimplentes, o que representa 40% da população adulta. Isso significa que guardar dinheiro antes de comprar algum produto ou serviço ou mesmo pensando na aposentadoria tranquila, ainda não é uma ideia bem assimilada pelas pessoas no geral, mas que, com princípios básicos da educação financeira, essa mentalidade pode ser alterada.

Esse é um problema preocupante, sem dúvida, pois atinge pessoas de diferentes faixas etárias e níveis sociais e culturais, e porque a população brasileira está envelhecendo sem se preparar financeiramente para essa fase da vida. Jovens que acabam de entrar para o mercado de trabalho já estão entre os mais endividados.

Para mudar esse quadro, o primeiro ponto que deve ser entendido é que não adianta esperar sobrar dinheiro no fim do mês para guardar. Os sonhos devem ser prioridade e não os gastos aleatórios. Sendo assim, logo quando receber o salário, é preciso retirar o valor destinado à realização dos sonhos. E, para isso, é preciso ter esses objetivo bem definidos, saber quanto custam e quanto poderá poupar por mês para eles.

Onde investir cada valor poupado vai depender do prazo do seu sonhos; se for de curto (até um ano), pode ser investido na caderneta de poupança mesmo, de médio (de um a dez anos), fundos de renda fixa ou variável são boas opções, pois quanto maior o prazo de investimento menor o imposto cobrado, de longo (acima de dez anos), recomendo ações na Bolsa de Valores, títulos do Tesouro Direto e previdência privada.

Formas de poupar
– Evitar compras por impulso: os consumidores devem se fazer algumas perguntas antes de comprar: “estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência ou baixa autoestima? Se não comprar isso hoje, o que acontecerá? Tenho dinheiro para comprar à vista? Se comprar a prazo, terei o valor das parcelas?”;
– Pesquisar preço e comprar à vista: tudo que se compra em prestações paga-se mais caro. Já quem pesquisa o melhor preço paga menos e aumenta a chance de comprar à vista e obter desconto;
– Pedir desconto: se um produto custa mil reais e pode ser parcelado em 10 vezes de 100 reais, certamente, à vista custará de 10% a 20% menos;
– Reter 10% dos rendimentos: para começar a construir a independência financeira, deve-se guardar 10% do que ganha. Com o tempo, pode-se partir para um plano de previdência privada para complementar o INSS.

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