Educação financeira: o assunto que guiará 2015

Família


Importante: os comentários e opiniões contidos neste texto são responsabilidade do autor e não necessariamente refletem a opinião do InfoMoney ou de seus controladores.

Passamos o ano inteiro de 2014 falando sobre a importância da educação financeira em diversos âmbitos da vida, relacionando o assunto com dezenas de temas e situações do dia a dia. Nesse momento, quero então reforçar a discussão para que, no próximo ano, possamos, de fato, entender essa mensagem, mudar nosso comportamento em relação ao dinheiro e ter uma vida mais consciente e sustentável.

Se a metodologia que baseio minhas teorias sobre a educação financeira foi bem assimilada, essa é a hora de colocá-la em prática e ver os bons resultados ao longo de 2015. Sendo assim, que tal começar agora mesmo o planejamento para os próximos 12 meses?

Para isso, vamos relembrar os quatro passos básicos que defendo para que se alcance a sustentabilidade financeira da melhor maneira possível:

O primeiro passo é anotar, durante 30 dias, cada gasto, separando por categoria, por exemplo, alimentação, transporte, vestuário, educação, guloseimas, etc. Dessa forma, fica mais evidente onde está havendo desperdício. O segundo consiste em estabelecer os seus sonhos. No entanto, para que isso seja possível, é importante não ser somente um consumidor passivo, que assiste às propagandas – inteiramente apelativas, diga-se de passagem – e passa a achar que precisa daquele produto anunciado. Priorize os seus desejos!

Se você consumir sem controle e, ainda, parcelar todas as compras, será muito difícil atingir suas metas. Antes de comprar, pare e faça a você mesmo a seguinte pergunta: “Eu preciso disso nesse momento?”. A autoconsciência nos leva, muitas vezes, a desistir de adquirir o produto em questão. Depois disso, é hora de colocar em prática o terceiro e o quarto passos: Orçar e Poupar. Analise seus sonhos e descubra qual quantia deve ser poupada, para, então, saber por quanto tempo o dinheiro deve ser investido.

Quando os hábitos mudam em relação ao uso do dinheiro, o consumo passa a ser algo consciente e saudável, não comprometendo as finanças pessoais do indivíduo e/ou família. Só assim, as estatísticas de endividamento, não só da população brasileira como mundial, podem diminuir.

Estão preparados para mudar os hábitos e costumes em relação às finanças pessoais e terem um ano com dinheiro no bolso e de muitas realizações? Então, só me resta desejá-los um ótimo fim de ano e boas festas, com muita educação financeira. Feliz 2015 a todos!

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