O papel dos avós na educação financeira dos netos


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A velha máxima que “as mamães educam e as vovós deseducam”, por mais que seja divertida, está em desuso. Isso porque o que observo hoje são vovôs e vovós que se preocupam com o futuro financeiro dos netos, deixando o tema como um legado, que será levado para o resto da vida.

 

Por mais que não tenham aprendido sobre o tema nas escolas, nem mesmo em outros lugares, os avós tem a seu favor um fator determinante, que é a experiência. Assim, a combinação entre essa, o carinho e o respeito que os baixinhos sentem por eles podem e devem ser utilizados a favor da educação financeira.

 

Cada vez mais vejo a relevância da integração entre as gerações como sendo uma grande oportunidade de formar cidadãos mais aptos financeiramente. Mas também há grandes desafios no processo de ensinar os baixinhos, por isso, é importante alguns cuidados na hora de tratar o tema, para que ele seja passado de maneira correta, deixando de lado os tabus que foram vivenciados ao longos dos anos.

 

Isso mesmo! É importante que se utilize os aprendizados, mas de maneira correta e atual. Por exemplo, hoje, temos que trabalhar em um contexto de economia estável e não mais de assustadores índices inflacionais do passado. Mas, desse antigo cenário, tiramos pontos positivos, que é a observância de como o aumento dos preços tem em nossas vidas e como é necessária a negociação; por outro lado, deve ser deixada de lado a ideia de armazenamento de todo e qualquer alimento, evitando assim o desperdício. 

 

A situação financeira dos vovôs e vovós também deve ser utilizada como exemplo; assim, se esses foram poupadores e, hoje, se encontram em uma situação de investidor, o sucesso deve servir de exemplo, já que permite proporcionar presentes e experiências legais para a criançada. Mas o mesmo também deve ser bem administrado pelos idosos, que jamais podem cair na tentação de quererem compensar os seus tempos de dureza mimando os netos.

 

A abordagem mais recomendada é ensinar a criança, por meio do exemplo, a merecer o dinheiro e os presentes. Também não se deve atrapalhar as conquistas dos pequenos. Se eles estão economizando para comprar alguma coisa, não rompa esse ciclo, indo lá e comprando simplesmente o que ele quer; isso pode causar frustração na criança. Ajudar a conquistar é uma coisa, atropelar uma conquista é outra.

 

Já os avós que não estão equilibrados e vivem sempre no limite, que chamo de equilibrados, também tem uma grande chance de mostrar para as crianças as virtudes da educação para fazer o dinheiro render. Esses ensinarão que orçamentos têm limites e que nem tudo pode ser comprado. Podem oferecer às crianças opções (escolha) de lazer dentro de suas possibilidades financeiras. Então, é hora de aproveitar para ensinar coisas e dividir momentos; ensinar a andar de bicicleta, jogar damas ou fazer bolos.

 

Para os que estão na situação de endividados, antes de tudo, é fundamental que se evite que a situação tenha reflexo negativo no dia a dia, o que só fará mal a todos. Também é importante buscar ajuda, conversar com os filhos da sua situação e compensar a impossibilidade de dar presentes com atenção na vida dos netos, carinho e companheirismo. Também é viável que usem os seus exemplos para ensinar os netos a não cair nas armadilhas que eles caíram e, assim, também ajudar na educação financeira.

 

Enfim, independente da situação que os vovôs e vovós se encontram, eles têm que ter em mente que possuem papel fundamental no futuro financeiro de seus netos, pois eles são grandes exemplos e tm muito a passar, mas isso sempre de forma positiva e com muito amor!

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Educação Financeira é importante na hora de se preparar para o Enem


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O fim do ano se aproxima e muitos jovens já estão se preparando para os vestibulares e, principalmente, para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), realizado pelo Ministério da Educação. A avaliação é de extrema importância, ainda mais com a notícia de que, a partir do ano que vem, será obrigatória para alunos do terceiro ano.

 

Por meio de situações-problema que buscam trabalhar a transversalidade e a interdisciplinaridade, a prova é dividida em quatro áreas do conhecimento: Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Matemática e Linguagens. O ideal, então, é que, nessa fase, os estudantes tenham contato com temas como Educação Financeira, que auxilia na compreensão de mundo de forma ampla.

 

Assim, para a vida e para o Enem, se torna fundamental a educação financeira, que deve ser implantada de maneira diferenciada, já que são conteúdos novos, aos quais pouquíssimas pessoas tiveram acesso. Um exemplo de aplicação desse tema é o material didático para o Ensino Médio desenvolvido pela DSOP Educação Financeira, que traz exatamente questões relacionadas ao tema, com dois diferenciais: educa financeiramente e mostra a importância de se ter e realizar sonhos, transmitindo um sentimento de autoconfiança, algo que é tão necessário aos jovens nesse processo de decisão de carreira e tantas outras intrínsecas a essa fase da vida.

 

Mas é importante ressaltar que não basta apenas materiais que apresentem a educação financeira aos alunos, também é primordial que os professores estejam capacitados, desenvolvendo a partir do tema planos de aula totalmente voltados para o Enem, abordando assuntos como globalização, sustentabilidade, iconografia, questões financeiras, econômicas e sociais, gestão pública e visão de mercado, sempre promovendo reflexão do conteúdo, assim como é cobrado no exame.

 

Por isso, aconselho aos pais que se informem sobre as instituições em que seus filhos estudam e, se não possuírem nenhum programa ou material de educação financeira, indique algum de seu conhecimento ou procure alguma escola que possua essa disciplina em sua grade curricular. Essa base é importante não só para prepará-los para o vestibular, mas para a vida.

 

Se você tem filhos ainda pequenos, preocupe-se desde já com essa questão. Lembrando que os principais responsáveis pela boa formação dos filhos são os pais. Portanto, dê o exemplo de comportamentos que você queira que eles tenham e planeje-se para poder proporcioná-los um ótimo estudo. Assim, estará ajudando a construir uma geração mais consciente no futuro.

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Poupança rende mais que outros fundos


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A caderneta de poupança surgiu no século XIX e, ao longo dos anos, se transformou na “queridinha” do povo brasileiro. Inicialmente, era destinada às camadas menos favorecidas da população, para que pudessem começar a guardar suas economias. Hoje, investidores de todas as classes sociais aplicam seus recursos nela, que vem tendo rentabilidade maior do que outros fundos de renda fixa.

 

Isso se deve a diversos fatores, dentre eles o de não precisar pagar taxa de administração e a elevação da Selic para 9,5% ao ano, uma vez que está vigente a nova norma: depósitos feitos após 4 de maio de 2012 rendem 70% da Selic mais a Taxa Referencial (TR), sempre que o juro básico for menor ou igual a 8,5% ao ano. Aos feitos anteriormente a essa data, possuem remuneração de 0,5% ao mês mais a TR.

 

A flexibilidade no momento das retiradas e a isenção de Imposto de Renda são outros motivos que tornam a Poupança mais cômoda, aumentando a atratividade. A vantagem dos outros fundos surge quando se trata de investimento em longo prazo, assim como o Tesouro Direto, que oferece um retorno maior. Mas, na hora de aplicar, o investidor deve levar em conta outros aspectos, como os sonhos.

 

Relacione, no mínimo, três sonhos: de curto (até um ano), médio (até dez anos) e longo prazos (acima de dez anos). É preciso se informar sobre os tipos de investimento para encontrar um que mais se adéque às limitações de cada sonho – quanto poupará por mês e quando pretende realizar, por exemplo. Para saber disso, é preciso fazer um diagnóstico da sua vida financeira, tendo, assim, a exata noção de seus ganhos e gastos.

 

Para os sonhos de curto prazo, a Poupança, sem dúvida alguma, é a melhor opção. Aos de médio prazo, recomendo CDB, Fundo de Investimentos, Tesouro Direto e até Ouro – mas, neste caso, é melhor ter o auxílio de um especialista e pesquisar sempre em, pelo menos, três bancos de grande porte diferentes. Mas, para os sonhos que serão realizados num prazo maior que 10 anos, ações, Tesouro Direto e previdência privada são ótimas alternativas. 

 

Tente conciliar essas recomendações de aplicações com o seu perfil de investidor (conservador, moderado ou arrojado). E lembre-se sempre: com planejamento e força de vontade, é possível alcançar todos os seus objetivos, sejam eles a aquisição da casa própria, a quitação das dívidas ou a aposentadoria tranquila. Eduque-se financeiramente!

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Você sabe comprar? – InfoMoney


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Segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), quase metade dos brasileiros entrevistados nos 27 estados do país não utilizam tudo o que compram. E mais: 59% dos consumidores não tem condição de realizar a compra, mas adquirem mesmo assim por acharem que merecem. E você, sabe comprar corretamente?

 

Essa questão merece uma reflexão por sua complexidade. Não tenho dúvidas de que todos merecem o melhor, no entanto, obter um produto ou serviço apenas pelo fato de achar que merece pode ser autossabotagem e prejudicar seriamente a vida financeira da população.

 

Se você faz parte da estatística, saiba que a causa desse problema é a falta de educação financeira. Desde pequenas, as pessoas apenas foram ensinadas a comprar e não a pensar e poupar antes de comprar. Alguns questionamentos básicos poderiam evitar esse tipo de comportamento, como por exemplo:

 

– Necessito comprar o produto/serviço?

– Vou ter algum benefício que valha a pena o investimento?

– Preciso adquirir hoje ou posso deixar para outro mês?

– Não estou comprando por carência, baixa autoestima ou influência de pessoas ou propagandas?

 

Além disso, é interessante buscar se educar quanto ao assunto, por meio de cursos, palestras e livros que abordam o tema. Com foco e força de vontade, é possível mudar os hábitos que se tem com relação ao uso do dinheiro, vivendo de forma mais consciente e sustentável financeiramente e garantindo um futuro mais tranquilo.

 

Outra questão importante é a forma de pagamento. É sempre melhor pagar à vista, para obter descontos – que chegam a ser de até 20%, em alguns casos – e não comprometer o orçamento financeiro dos meses seguintes. Se não for possível, tenha certeza de que poderá pagar as parcelas em suas datas de vencimento, sem passar dificuldade. Procure também analisar se não há uma opção mais em conta do produto/serviço que se quer.

 

Para finalizar, vou um pouco mais além, e digo que, para que a sociedade realmente mude seu pensamento de consumo exacerbado, a saída é inserir educação financeira nas escolas, do Ensino Infantil ao Médio, pois, dessa forma, as gerações futuras terão base para agir com responsabilidade e mudar esse triste quadro de impulsividade, endividamento e inadimplência.

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Poupar é o melhor caminho para a realização dos sonhos


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Na próxima quinta-feira (31), é comemorado mundialmente o Dia da Poupança. Para muitos, a data não significa muita coisa, já que o hábito de poupar, infelizmente, ainda não está disseminado. Isso indica a falta de educação financeira da população, um quadro que precisa urgentemente ser revertido.

 

Por que não aproveitar essa homenagem ao ato de poupar para rever nosso comportamento com relação ao dinheiro? Nem nós, nem as gerações passadas fomos acostumados a guardar antes de gastar, por isso, o instinto consumista é que nos rege no dia-a-dia, fazendo com que adquiramos produtos e serviços dos quais, muitas vezes, nem mesmo vamos usufruir.

 

O pensamento de “comprar e depois ver como vai pagar” precisa mudar, pois isso faz com que as pessoas se tornem cada vez mais imediatistas e, dessa forma, realizem menos sonhos, por não conseguir poupar. E esse é um problema que está presente em diferentes faixas etárias e níveis sociais e culturais, o que o torna ainda maior.

 

As consequências, obviamente, não são nada boas. A aposentadoria de milhões de pessoas fica comprometida, uma vez que elas não estão pensando no amanhã, agindo compulsivamente. Sempre falo da importância de se planejar, seja para um futuro próximo ou mais distante, desde guardar mensalmente uma quantia em uma caderneta de poupança até fazer uma previdência privada ou investir em ações, por exemplo.

 

No entanto, tudo vai depender de qual o seu sonho, pois sem eles é muito mais difícil criar o costume de poupar e, quando o consegue, o valor é facilmente gasto com supérfluos, porque não tem um objetivo bem definido. Outro conselho que dou é não esperar ver se sobra dinheiro no fim do mês para guardar, pois isso raramente vai acontecer. Saiba exatamente quanto precisa juntar por mês e, assim que receber seu ganho ou salário, já separe.

 

Então, eduque-se financeiramente e comece o quanto antes a mudança de seu comportamento. Defina, no mínimo, três sonhos: de curto (até um ano), médio (até dez anos) e longo prazos (acima de dez anos). Descubra quanto custam, de quanto você poderá dispender mensalmente e em quanto tempo conseguirá realizá-los. Recomendo que se poupe para os três simultaneamente, caso contrário, as chances de se desistir de um deles é grande.

 

Se estiver endividado – ou inadimplente – um dos sonhos, com toda a certeza, deve ser o de quitar os débitos. Só assim será possível seguir em frente e realizar os outros sonhos com tranquilidade. Caso perceba que o orçamento está apertado e que não conseguirá guardar dinheiro, faça um diagnóstico financeiro, durante 30 dias, anotando todos os seus ganhos e gastos. Assim, será mais fácil enxergar o todo e cortar as despesas desnecessárias.

 

Quando os sonhos são priorizados, o ato de poupar não se torna um martírio, mas sim uma ação prazerosa, pois sabe-se que, no final das contas, vai ter valido a pena.

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Aumento do IPTU requer melhor planejamento financeiro


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Os paulistanos receberam ontem uma notícia nada agradável: o aumento expressivo do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU). Foi aprovado que, para imóveis residenciais, haverá um acréscimo de até 20%; aos comerciais, pode chegar a 35%. Mas como isso impacta na vida financeira da população?

 

A sociedade como um todo não é educada financeiramente e, por isso, não possui o hábito de guardar dinheiro para imprevistos, o que fez com que muita gente fosse pega de surpresa. Sendo assim, o impacto, claro, será negativo no orçamento financeiro de famílias e empresas atingidas pelo aumento abusivo do imposto.

 

Primeiramente, as pessoas deviam cobrar seus representantes políticos sobre o assunto, uma vez que os novos valores a serem cobrados são exorbitantes, se comparados à situação real e atual da cidade. Em segundo lugar é preciso começar a se planejar, para que os próximos meses não sejam tão complicados.

 

Para isso, tenha ciência do valor exato que será acrescentado em seu IPTU, pois ele é diferente dependendo do distrito, podendo até ocorrer redução do mesmo. Recorde também todos os gastos que você terá no início do ano – como IPVA, matrícula e material escolar –, além dos parcelamentos feitos. Se a família não tiver uma reserva financeira, o conselho é realizar um diagnóstico e descobrir quais são os gastos diários, tentando cortar alguns em excesso ou que sejam supérfluos.

 

Opte pelo pagamento à vista do IPTU, pois, dessa forma, consegue-se, aproximadamente, 6% de desconto. Tente ao máximo não precisar fazer empréstimo ou utilizar o cheque especial para quitar esse tipo de dívida, pois os juros são abusivos e não compensam. Caso tenha que parcelar, insira imediatamente o valor no orçamento dos meses seguintes, pois, só assim, será possível evitar um futuro endividamento e garantir uma vida mais sustentável financeiramente.

 

Um erro muito comum cometido pelas pessoas físicas é o de querer usar o décimo terceiro para esse fim. Digo que é um engano porque o ganho mensal é que deve ser utilizado para honrar compromissos, já o benefício do salário extra, deveria ser para a realização dos sonhos, que, aliás, não podem ser deixados de lado, mesmo em momentos como os de agora. Com planejamento e força de vontade, é possível pagar o que se deve e continuar poupando para alcançar os objetivos.

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Como não se endividar nesse fim de ano


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Fim de ano é sempre complicado financeiramente para a maioria das famílias brasileiras. Parcelas de dívidas antigas se acumulam e, simultaneamente, chega o momento de fazer as compras de Natal.

 

Por esse motivo, é muito importante que se haja planejamento. O primeiro passo é realizar um diagnóstico financeiro, sabendo exatamente quais são os ganhos e gastos da família. Deve-se ter noção das dívidas já contraídas para não acabar comprometendo anda mais o orçamento.

 

Na hora de comprar os presentes, também se devem tomar alguns cuidados para não gastar mais do que estava previsto. Uma boa ideia é fazer uma lista do que se vai comprar antes de sair de casa, por exemplo. O importante é sempre respeitar o padrão de vida, ou seja, caso não dê para comprar tudo que se queria ou para todos, é necessário priorizar e optar por dar lembranças.

 

Outra dica interessante é, caso tenha irmãos, junte-se a eles para dar um presente coletivo aos pais. Dessa forma, é possível comprar algo melhor e, ainda assim, dispender de uma quantia menor, já que será dividido entre mais pessoas. Comprar com antecedência e pesquisar preços também são ações que ajudam – e muito – a economizar nesse fim de ano.

 

Veja ainda se não está comprando um produto apenas pela marca. Muitas vezes, pagamos mais caro em função do status que aquele objeto oferece, sendo que, outro similar, talvez, possa suprir as mesmas necessidades, por um preço menor. Mas, claro, como já sabemos, o barato pode sair caro, é preciso analisar bem o produto/serviço em questão.

 

Outros gastos que vêm com o fim do ano são roupas novas para as festas. Veja se é mesmo necessário realizar essa compra ou se pode usar uma que já se tem. Dê uma olhada no guarda-roupa, pois, muitas vezes, esquecemos de algumas peças e, dando uma recordada, é possível até inventar novas combinações, economizando pelo menos nesse quesito.

 

Mas, se a situação financeira está realmente complicada, o melhor é organizar as contas, saber como e quando poderá quitá-las e não gastar nada nesse momento. Somente assim poderá, finalmente, se livrar das dívidas e conseguir, no próximo ano, ter uma época de festas melhor e mais tranquila. Eduque-se financeiramente e realize mais sonhos!

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Como planejar a viagem de fim de ano


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Dezembro está chegando e, com ele, as férias. Nesse mês, os gastos costumam aumentar substancialmente, por causa das compras de Natal e de viagens e passeios programados em família. Mas como não se deixar levar pela euforia do momento e acabar comprometendo o orçamento financeiro?

 

A resposta é simples: planejamento. Essa deve ser a palavra de ordem para que se consiga realizar os sonhos sem desrespeitar o padrão de vida e, assim, não ser surpreendido de forma negativa no começo do ano. Se o desejo é fazer uma viagem, é necessário levar alguns aspectos em consideração.

 

O primeiro passo é realizar um diagnóstico de suas finanças para ter ciência de quais são seus ganhos e suas despesas. Sabendo em que situação financeira você se encontra, é mais fácil saber de quanto poderá separar para a viagem de fim de ano. Com os valores em mãos, é hora de decidir o destino que se encaixa em seu orçamento.

 

O ideal é que se planeje com antecedência, para que se junte o dinheiro necessário e pague à vista, mas, caso não tenha conseguido, é possível ainda programar um passeio agradável, de acordo com as condições do momento, para não entrar em dívidas desnecessariamente. Reúna a família para decidirem juntos o destino, deixando claro quanto cada um poderá gastar. Inclua as crianças na conversa, pois, assim, elas entenderão a situação e ajudarão a economizar.

 

Tanto para aluguel de casas, hotéis e pacotes, pesquisem em locais diferentes, tanto físicos quanto virtuais, tomando cuidado com sites que possam ser armadilhas. Há várias situações com ótimas condições de pagamento, que viabilizam a viagem sem extrapolar o orçamento financeiro. Se for parcelar, fique atento, pois estará adquirindo uma dívida futura e, por isso, deverá ter a certeza de que conseguirá pagar por ela, caso contrário, poderá se tornar inadimplente.

 

Caso estejam querendo ir para fora do país, adquiram a moeda local, colocando 80% da quantia total em um cartão pré-pago e carregando 20% em espécie. Lembrem-se: imprevistos podem acontecer, portanto, é de extrema importância levar, pelo menos, 30% a mais de dinheiro.

 

Procure não usar cartão de crédito, mas, se for imprescindível, certifique-se das taxas cobradas pelo banco. Além da conversão da moeda, há também a cobrança de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que representa 6,38% do valor da compra.

 

Como se pode ver, com planejamento e educação financeira, é possível evitar surpresas desagradáveis e, ainda, realizar os sonhos. 

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Com alta do dólar, planejamento é fundamental em viagem ao exterior


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Muitas famílias planejam realizar uma viagem para fora do país no período das festas de fim de ano. Mas, com o crescente aumento do dólar, é preciso que se tenha um cuidado ainda maior, para que o sonho das férias não se torne um verdadeiro pesadelo.

 

Hoje, a moeda americana chegou a R$2,33, o maior valor desde setembro. Quem estava na expectativa de baixar para poder comprar, vai ter que aguardar mais um pouco e ver como serão as próximas semanas. Agora, se você é daqueles que já converteu o dinheiro que vai levar, pode ficar mais tranquilo, pois, provavelmente, fez um bom negócio.

 

O grande segredo para conseguir realizar sonhos e ainda economizar é agir com antecipação. Nesse caso, se todas as pessoas se planejassem, pelo menos, 18 meses antes, teriam tempo para analisar as oscilações da moeda e comprar quando ela estivesse em seu menor valor.

 

Na hora de organizar as finanças para a viagem, o ideal é levar de 20% a 30% do valor total em espécie e colocar o restante em um cartão pré-pago. Com isso, a segurança aumenta e as chances de perder o controle das compras diminuem, pois serão pagas à vista. Além disso, é interessante evitar o uso do cartão de crédito, uma vez que, ao valor da compra, serão acrescentados a conversão do valor para o real e a cobrança do Imposto sobre Operações Financeira (IOF), taxado em 6,38%.

 

No entanto, se, por algum motivo, não foi possível comprar dólar antes, algumas orientações são imprescindíveis para que, ainda assim, não se gaste mais do que já estava programado. O primeiro passo é sentar e conversar com todos os envolvidos – incluindo as crianças –, estabelecendo os limites de gasto de cada um e decidindo um valor a mais de reserva, que é indispensável em viagens desse porte.

 

Outro ponto fundamental é rever a lista de compras que cada membro da família pensou em fazer durante a viagem. Na maioria das vezes, podemos cortar algumas despesas que, diante do atual valor do dólar, acabam se tornando supérfluas ou podem ser deixadas para comprar em outra ocasião.

 

É normal, durante o passeio em família, que haja empolgação da parte de todos para comprar presentes para outras pessoas ou até mesmo a si próprios, principalmente, produtos de suvenir, trazendo, dessa forma, recordações da viagem.

 

Respeitando o padrão de vida, é possível realizar ter um fim de ano satisfatório e que vá ficar para sempre na memória por conta dos bons momentos e não de dívidas remanescentes. Basta educar-se financeiramente, priorizando e poupando para os sonhos, sejam eles quais forem.

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Garanta ganhos extras para o fim de ano


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O fim do ano é uma época em que as pessoas gastam mais do que o normal, e são vários os fatores que levam a isso, como gastos com festas e presentes, sem contar as insistentes inserções publicitárias do período, que fazem com que se acredite que é necessário consumir. Por isso, muita gente acaba se endividando e até ficando inadimplente, o que compromete os planos que são feitos para o novo ano que se aproxima. Então, o que fazer?

 

O primeiro passo é educar-se financeiramente, aprendendo a respeitar o padrão de vida. Recomendo realizar um diagnóstico da situação financeira, anotando todos os ganhos e gastos por um período de 30 dias, separando as despesas em categorias (alimentação, vestuário, combustível, etc).

 

O segundo passo é definir os sonhos. Uma pessoa que não tem objetivos claros tem maior dificuldade em guardar dinheiro e, consequentemente, em atingir as metas. Proponho sempre que se tenha, no mínimo, três sonhos: de curto (até um ano), médio (até dez anos) e longo (acima de dez anos) prazos.

 

Mas, para que o processo dê resultado, os sonhos devem ser priorizados, ou seja, assim que o salário for recebido, é preciso imediatamente separar o valor a ser poupado (de preferência, para os três ao mesmo tempo) e, ao restante, adequar os gastos.

 

A situação realmente melhora se, em paralelo a tudo isso, a pessoa tentar ganhar um dinheiro extra – o que, nessa época do ano, não é difícil de conseguir. Aos estudantes e desempregados, nesta época, aparecem diversas opções de trabalhos temporários, principalmente em shoppings e comércios que, em geral, ficam superlotados e, por isso, garantem boas comissões.

 

Outra opção é as pessoas utilizarem alguma qualificação profissional que possuem para trabalhos esporádicos. Os exemplos são muitos, como a pessoa que possui dotes culinários, que pode preparar bolos e tortas para vender.

 

Enfim, são inúmeras possibilidades de complementar a renda nesse fim de ano, basta ter foco e força de vontade, visando sempre à realização dos sonhos. Mas, reforço que a maior forma de garantir um ganho extra é se reeducando financeiramente.

Na maioria dos casos até 30% dos gastos de uma família são desnecessários, assim, se a pessoa ajustar sua vida financeira, esse dinheiro passará a sobrar mensalmente, garantido a possibilidade de investimentos para os sonhos. 

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