Série Investimentos: Mercado de ações


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Série Investimentos: Mercado de ações

Queridos leitores, dou início hoje a Série Investimentos, em que trarei artigos com esclarecimentos sobre as principais modalidades de investimentos, sempre com base na educação financeira. Vou começar com o mercado de ações.

Há um mito criado de que investir em ações não é seguro, já que há a possibilidade de perder a quantia investida. Na verdade, casos assim são raros e geralmente acontecem com investidores iniciantes que se “aventuram” sem ter um suporte adequado. Portanto, é sempre válido buscar orientações de um especialista.

Umas das principais preocupações que se tem é em relação ao prazo em que se deseja utilizar o valor investido. É orientável considerar um bom retorno no médio ou longo prazo, ou seja, a partir de cinco anos. Se o pensamento é obter um bom lucro de forma imediata – o que é possível – é preciso considerar o risco a ser enfrentado.

Vejo que há uma questão cultural muito forte, já que muitos brasileiros têm receio de investir em ações e preferem ativos mais conservadores, como a poupança, por exemplo. O diferencial está que o investimento no mercado de ações não está atrelado a preservação do dinheiro, como estão modalidades conservadoras, e sim a possibilidade de obter uma boa rentabilidade.

Por desconhecimento, muitos compram ações em momentos não interessantes, sem analisar a questão da oferta e da procura, e acabam saindo no prejuízo. Outros, inclusive, investem esperando o retorno para arcar com despesas de primeira necessidade ou básicas da família, visando o lucro repentino. Lembre-se, para garantir um retorno relevante e sólido, é preciso ter tempo e saber fazer boas aplicações.

Para que possa investir com segurança, busque o respaldo de um profissional ou corretora e procure se informar ao máximo sobre o assunto, sempre levando em consideração as premissas da educação financeira: poupar e investir de acordo com seus objetivos e sonhos, para conquistá-los sem comprometer a saúde financeira.

 

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Onde investir para o casamento?


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Muitas pessoas me perguntam qual é o melhor investimento para um casamento. Aproveito a chegada de maio, que é considerado o mês das noivas, para falar sobre esse assunto.

Na verdade, o melhor investimento depende do prazo em que se pretende casar. Se o desejo dos noivos é que tudo seja arranjado no curto prazo, em até um ano, o dinheiro pode ser aplicado em caderneta de poupança, em que há liquidez e isenção de impostos.

Contudo, um ano é um prazo curto para organizar cerimônia, recepção e lua-de-mel, caso o desejo seja ter o pacote completo. A maioria dos casais se planeja para algo no médio prazo, entre um e dez anos. Neste caso, CDBs, fundos de investimentos e títulos do tesouro direto são os mais indicados.

O casal deve reconhecer que quanto menor o prazo, maior deve ser a poupança mensal destinada para o casamento. Mas mais importante do que o tipo de investimento é a capacidade de poupar, por isso é muito importante que, ao decidir dar este passo, os noivos façam um bom diagnóstico financeiro.

Quem tem renda fixa deve anotar todas as suas despesas, separado por tipos de gastos (refeições, roupas, transporte, etc.) por 30 dias, e quem tem renda variável, por 90 dias. Assim, individualmente, os noivos saberão quais despesas podem diminuir ou até mesmo cortar, pois são supérfluas e insignificantes frente ao desejo de se casar.

O sonho do casamento deve estar vivo na mente de ambos, assim passarão a fazer compras mais conscientes e estarão mais abertos para negociar preços e pedir descontos em suas compras cotidianas, afinal, todas as economias vão direto para a poupança do casamento. Se quiserem, podem incrementar a renda com uma atividade extra.

Este comportamento deve ser levado para a etapa de contratação de serviços e produtos para o casamento, já que neste mercado há imensa variação de preços. É preciso se manter no orçamento que levou o casal a conhecer o valor total dos gastos. Se a despesa se mostrar muito alta logo de início, é válido fazer cortes e até mesmo considerar adiar o casamento por alguns meses.

Afinal, o mais importante é não começar a vida a dois com dívidas ou, pior, com desentendimentos por conta de dinheiro.

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Organize as finanças: a contratação CLT está com os dias contados


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A reforma trabalhista vem trazendo uma série de mudanças para o mercado de trabalho no Brasil, dando indícios de que a contratação pelo regime CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) está com os dias contados. E é exatamente por isso que o trabalhador brasileiro deve buscar se educar financeiramente.

Pela CLT, muitas são as despesas que recaem sobre os empregadores. Tendo em vista também a liberação da terceirização das atividades-fim (aquelas que são essenciais para o funcionamento da empresa, como médicos em hospitais, professores em escolas, etc.), muitas empresas já estão revendo suas políticas de contratação.

Aos trabalhadores, as mudanças implicam em graves perdas de benefícios. Só para citar alguns: vales transporte e refeição, descansos remunerados semanais e anuais, 13º salário, aviso prévio, seguro desemprego, contribuição para o INSS e FGTS – neste último, tendo multa de 40% em caso de dispensa – licenças maternidade e paternidade, entre outros.

Já que a redução de custos é muito significativa, a tendência é que o mercado de trabalho no Brasil se espelhe naquilo que já é praticado em outros países, em que o pagamento costuma ser corresponde às horas trabalhadas e os benefícios e a estabilidade, para ambas as partes, são basicamente nulos.

Para o trabalhador, contudo, a tendência com a mudança é que o valor de sua remuneração direta aumente, já que o preço de seus serviços serão mais valorizados frente as empresas. E é justamente por passar a ter mais dinheiro em mãos, e não mais por meio de benefícios, antes recebidos separadamente, que o trabalhador precisa ter educação financeira.

Sabemos que ao ter dinheiro em mãos as pessoas são mais levadas ao consumo do que à poupança, algo que fica evidente quando observamos os índices de endividamento e inadimplência nacionais. Nesta nova situação, além de precisar abrir e manter sua empresa, gerir a contabilidade e reter impostos, o trabalhador precisará construir reservas que garantirão a sua sustentabilidade ao longo do tempo.

Com educação financeira, reconhecendo o seu padrão de vida e o seu verdadeiro “eu financeiro”, o trabalhador poderá administrar uma renda direta maior e continuar garantindo para si e para os seus familiares qualidade de vida e sustentabilidade financeira.

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Semana Nacional da Educação Financeira: hora de mudar comportamentos


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Endividamento, inadimplência, bola-de-neve financeira e problemas com dinheiro. Infelizmente, tudo isso é muito comum no Brasil, já que grande parte da população não tem educação financeira.

Por este ser um assunto tão relevante e necessário, existe a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), que entre os dias 8 e 14 de maio promove a 4ª Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF).

Durante esta semana, diversas ações são realizadas para disseminar a educação financeira e conscientizar o maior número de pessoas, as levando questionar a sua relação com o consumo e melhorar hábitos e comportamentos.

Mesmo com todo este destaque, para muitos, ainda hoje, a educação financeira é um conceito abstrato, difícil de ser incorporado no dia a dia. Mas ela vem sendo cada vez mais requisitada e praticada no Brasil. Para se ter ideia, cerca de 1.500 escolas em todo o País oferecem o tema em sua grade curricular para crianças e jovens, com a metodologia DSOP.

Isso porque é na infância que acontecem os primeiros contatos com o dinheiro – tanto na observação do comportamento dos pais quanto ao administrar pequenas quantias que passam por suas mãos – que se transformam em hábitos e comportamentos levados por toda a vida.

Por isso é importante aprender, o quanto antes, que o dinheiro é um meio para realizar sonhos, e não um fim. Veja, não se trata de uma discussão voltada ao capitalismo, e sim sobre atitudes que levarão as novas gerações a terem consciência e sustentabilidade financeira.

Nesta etapa, busca-se ensinar, de forma lúdica e prazerosa, o quanto é importante ter objetivos, fazer escolhas e que nada é mágico, porém, tudo é possível, desde que o dinheiro seja usado com foco e sabedoria.

Como poucos adultos tiveram esses ensinamentos na infância, há diversos recursos de educação financeira voltados tanto para pessoas físicas quanto jurídicas, cuja procura é crescente no Brasil.

Nos últimos dois anos, em meio ao agravamento da crise financeira e do desemprego, a participação nos cursos DSOP de educação financeira aumentou em 75% – considerando workshops, cursos presenciais e EaD, entre outros.

Enfim, oportunidades não faltam para se educar financeiramente e colher os frutos de uma mudança comportamental. Além da minha coluna aqui no InfoMoney, você também pode encontrar muito conteúdo no site da DSOP Educação Financeira (www.dsop.com.br). Aproveite a ocasião e melhore a sua vida financeira.

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Consórcio: meio para se tornar independente financeiramente


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Muitas pessoas já sabem que o consócio é uma boa opção para comprar um bem – como carro, moto ou casa – ou serviço – como viagem ou tratamento cirúrgico – se comparado a empréstimos e financiamentos, quando não houve planejamento antecipado para fazer a aquisição com recursos próprios.

O que poucas pessoas sabem, porém, é que o consórcio pode ser uma excelente ferramenta para se tornar independente financeiramente. Falo aqui justamente de garantir qualidade de vida para o futuro, sem depender da Previdência Social para sobreviver ou ter que continuar trabalhando mesmo após aposentado.

O “pulo do gato” em investir no consórcio é saber que não é preciso, necessariamente, usar a carta ao ser contemplado para o objetivo predeterminado. É possível tanto vender a carta, obtendo um lucro interessante, quanto investir o valor na própria administradora do consórcio, que é a minha principal orientação.

Dessa forma o montante será destinado a um fundo de investimento vinculado ao próprio contemplado, que por sua vez será beneficiado por todas as correções até o final do período – e deve continuar pagando as parcelas do consórcio. No final, poderá retirar todo o valor para si ou destiná-lo a outro fundo e seguir investindo.

Como a participação em um consórcio dura anos ou décadas, o retorno financeiro não é imediato. Por isso ela é indicada para conquistar sonhos de longo prazo, como a independência financeira.  O problema é que muitas pessoas não conseguem honrar o compromisso de investir mensalmente, de forma constante.

Pelo contrário, muitas buscam o consórcio justamente porque ele tem maior rigidez e não permite o saque antes do final do período planejado ou da contemplação, seja por sorteio ou lance. Por isso, é preciso ter educação financeira para começar a investir.

De nada adianta assumir o compromisso sem ao menos fazer um diagnóstico financeiro e conhecer a sua situação atual, verificando quais gastos deve reduzir ou eliminar para dar prioridade à reserva mensal para a independência financeira, reajustando o padrão de vida.

Quando a questão é garantir um futuro digno e sustentável, há diversas boas opções de investimentos e o consórcio é uma delas. Contudo, tão ou mais importante do que a escolha é dar o primeiro passo e começar a poupar. Tenha você 20, 30, 40 ou 50 anos, saiba que nunca é cedo de mais ou tarde de mais para pensar no futuro.

Afinal de contas, deixar para depender apenas da Previdência Social para se aposentar com segurança não é mais uma boa escolha, definitivamente.

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Cresce procura por crédito consignado – é preciso ter cautela


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As concessões de empréstimo consignado cresceram em 22% no primeiro trimestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado, de acordo com o Banco Central. A popularidade deste tipo de crédito se dá por seus juros baixos e pelo pagamento ser direto no salário, mas ele não é a saída para o desequilíbrio financeiro.

Os juros são mais baixos que os das demais modalidades de crédito justamente porque o pagamento é “garantido”. Dessa forma a sua renda do trabalhador é significativamente reduzida já na fonte e se não houver equilíbrio e mudanças de hábitos, o endividamento pode se agravar ao longo do tempo.

Afinal, se já estava difícil administrar o salário completo, imagine como ficará a situação após a redução. A busca pelo empréstimo deve ser uma atitude tomada após conscientização real do problema, ciência de todos os ganhos e gastos e análise das alternativas, considerando ações mais sustentáveis que o empréstimo.

Vejo que muitas pessoas aderem ao consignado para quitar outra dívida, como cheque especial ou cartão de crédito, em que os juros são mais altos. Mas apenas trocar uma dívida pela outra não é suficiente, é preciso corrigir o comportamento que levou a essa situação, para sair do ciclo do endividamento de forma definitiva.

Portanto antes de tomar qualquer crédito, conheça a sua real situação, fazendo um diagnóstico financeiro. Foque em resolver a questão, evitando que os problemas financeiros reflitam em seu desempenho profissional – afinal será muito mais complicado pagar qualquer prestação sem salário.

Procure saber se sua empresa disponibiliza informações ou algum tipo de programa de educação financeira. Caso não tenha, procure por conta, há diversos livros e cursos, muitos online e gratuitos, que podem ajudar. Diversos canais do YouTube falam sobre finanças, o meu é um deles, indico este vídeo em especial para endividados e inadimplentes: clique e assista.

Se for tomar este crédito, de forma consciente e planejada, tenha de antemão a certeza de que o valor descontado no salário ou aposentadoria não comprometerá os seus compromissos essenciais mensais, já que o custo de vida pode ser reduzido em até 35%. Não há problemas em ter dívidas, o problema está em não ter o controle sobre a situação. Portanto, procure se educar financeiramente.

 

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Pague menos juros com a portabilidade de suas dívidas


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Quem tem dívidas, paga juros. Ter dívidas não é necessariamente um problema, já que financiar uma casa ou um carro, por exemplo, é algo comum, faz parte do ciclo de conquistas dos brasileiros. O problema está em pagar juros altos – as vezes, os mais altos do mercado – sem ter consciência disto.

O mesmo pensamento vale para os investimentos. É preciso estar atento às taxas de carregamento e administração de uma Previdência Privada, por exemplo. Em relação a conta bancária, a mesma coisa. Reflita, você paga tarifas? Quais? Vale a pena?

O tema deste artigo é a portabilidade, mas com esses questionamentos quero evidenciar quem em muitas situações cotidianas, não há o hábito de se atentar aos juros e as taxas que são ou serão pagas. Na contratação de empréstimos e financiamentos, essa deve ser a preocupação número 1.

Caso não tenha sido, é válido rever e saber quais juros paga hoje, se há a possibilidade de pagar menos em outras instituições e de que forma a mudança pode ser feita.

Afinal, quanto mais dinheiro for destinado para terceiros, menos estará disponível para conquistar aquilo que deseja, os sonhos, tanto seus quanto de sua família. Por isso é importante ter sempre em mente seus objetivos de vida.

Vejo que muito se fala sobre o rendimento dos investimentos, mas pouco se fala sobre as taxas pagas em empréstimos e financiamentos. Veja, são dois lados da mesma moeda, de nada adianta ter boa rentabilidade e pagar juros altíssimos.

Algo curioso é que quem contraiu dívidas há alguns anos, quando a taxa Selic estava em torno de 14,25, pode estar pagando ainda hoje juros altos, sendo que a Selic já caiu para 10,25. Se este pode ser o seu caso, reveja as taxas e busque a atualização.

E antes de contratar qualquer tipo de crédito, faça pesquisas buscando uma empresa ou uma modalidade em que as taxas de juros sejam menores que as que encontrou em uma primeira análise.

Considere também outras possibilidades, como de fazer negócio com um amigo ou parente que guarde dinheiro na poupança, por exemplo, obtendo uma rentabilidade baixa. Vocês podem combinar uma taxa de juros vantajosa para os dois.

Enfim, caso não tenha o hábito de pensar sobre as taxas e os juros em sua tomada por crédito – principalmente naquelas com pagamento em médio ou longo prazo – incorpore este comportamento em sua vida: faça sempre o melhor negócio.

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Série Investimentos: Tesouro Direto – InfoMoney


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Não é segredo que o investimento no Tesouro Direto vem sendo incentivado nos últimos tempos. O site foi reformulado e diversas mudanças facilitaram a vida do investidor, mas ainda assim muitos brasileiros têm incertezas.

Esclareço seis dúvidas sobre o Tesouro Direto neste vídeo, em meu canal Dinheiro à Vista. Ao investir, empresta-se dinheiro ao Governo Federal, dessa forma a Secretaria do Tesouro Nacional custeia determinados gastos públicos. Após um período, o investidor recebe o valor de volta com juros.

 

Retorno financeiro

O rendimento pode ser definido durante a aplicação, na modalidade pré-fixada, ou ser associada a um índice em seu valor futuro, como a taxa Selic ou o IPCA. Esta é a modalidade pós-fixada, que por ser indefinida à princípio, pode gerar rendimentos ou perdas.

No geral o retorno financeiro do Tesouro Direto é ótimo, especialmente se compardo a outros investimentos populares no Brasil, como a poupança, por exemplo.

 

Riscos atuais

Já que investir no Tesouro Direto é emprestar dinheiro ao Governo Federal, o risco da aplicação é baixo. Contudo, em meio aos desdobramentos da crise política no Brasil, é preciso fazer algumas ressalvas. A situação é de instabilidade e o crescimento da dívida pública pode impossibilitar o Governo de honrar seus compromissos.

Para quem investe ou pretende investir no Tesouro Direto para realizar seus sonhos de médio e longo prazo, a orientação é acompanhar o desdobramento da crise, sempre fazendo uma análise crítica das informações. Não há motivos para tomar decisões precipitadas, como retirar valores ou deixar de investir; a orientação agora é seguir acompanhando o cenário.

Independente disto, o ideal é sempre diversificar os investimentos, considerando os mais adequados para os seus sonhos. Quando se trata de reservas para conquistar aquilo que realmente importa, é crucial agir com cautela, planejamento e segurança.

 

Agente de custódia

Para investir é preciso ter um agente de custódia para intermediar as transações – uma instituição financeira, que pode ser um banco ou uma corretora. Estas cobram taxas de administração, portanto é válido pesquisar dentre as instituições habilitadas no site do Tesouro Direto qual é a melhor para você.

 

 

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Como sair do cheque especial?


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Apesar de ter um dos juros mais altos do mercado, o cheque especial é utilizado por muitos brasileiros. Ele pode levar à chamada “bola de neve” financeira, portanto é preciso tomar algumas ações para sair, de forma definitiva.

Primeiro, reconheça o valor de todas as suas dívidas, incluindo a do cheque especial. Elas são indicativos de que você pode estar vivendo acima do seu padrão de vida, ou seja, gastando mais do que ganha.

Em seguida, procure saber o quanto você gasta mensalmente. Pode parecer estranho, mas muitos não conhecem todas as suas despesas. As mais altas e caras são facilmente lembradas, mas as menores, que levam ao desequilíbrio, passam despercebidas muitas vezes.

Conhecer todos os gastos é crucial para tomar as rédeas de sua situação financeira, especialmente se você conta com o valor do limite como parte de sua renda. Durante o diagnóstico financeiro, saberá quais despesas deve diminuir ou eliminar.

Além de cortar gastos extras, é preciso agir com cautela antes de fazer qualquer compra ou assumir um compromisso que envolva as finanças. Questione-se sobre a real necessidade do que está comprando e se tem condições de pagar.

Mas sair do cheque especial não deve ser seu único objetivo. Independente do quão endividado esteja, você deve focar em seus sonhos.

Falo aqui da tão sonhada viagem, da troca do carro ou da casa, do intercâmbio, enfim. Resgate o hábito de sonhar e trace um planejamento para conquistar, pois só assim conseguirá mudar seu comportamento, priorizando seus objetivos maiores.

O ideal é que após o diagnóstico financeiro, com os cortes de gastos e economias no dia a dia, você consiga um fôlego no orçamento para renegociar a dívida. Assim saberá o quanto dispõe mensalmente para pagar as parcelas do acordo.

Caso considere a possibilidade de buscar outra modalidade de crédito, com juros menores, lembre-se que trocar uma dívida pela outra não resolve a causa do problema, que é a falta de educação financeira.

Você pode considerar o crédito consignado, por exemplo, que tem juros mais baixos, mas é preciso muita cautela antes de tomar essa atitude. Assim estará reduzindo seu padrão de vida de brutalmente, já que as parcelas do consignado são cobradas na folha de pagamento. Se a causa do endividamento não for corrigida, o problema com certeza se tornará ainda maior.

Uma última orientação, que talvez seja a mais importante: tenha consciência de que o cheque especial não faz parte da sua renda. Por mais que possa parecer uma segurança, ele tem juros altíssimos.

Caso perca o controle financeiro, recorra imediatamente ao diagnóstico e combata a o problema pela raiz, em seus hábitos e comportamentos cotidianos.

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Série Investimentos: Poupança – InfoMoney


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Um dos investimentos mais populares do Brasil, a caderneta de poupança volta ao foco das discussões. Isso porque com a queda da Selic – que atualmente está em 10,25% – a poupança se torna mais interessante.

Isso porque, ao contrário da maioria dos investimentos de renda fixa, a poupança é isenta de Imposto de Renda, de taxas de administração e tem boa liquidez. Dessa forma oferece um rendimento “limpo”, livre de deduções.

É válido compreender como é calculado o rendimento da poupança: quando a Selic está acima de 8,5%, o rendimento considera juros de 0,5% ao mês mais a TR (Taxa Referencial). Quando a Selic está em 8,5% ou menos, o rendimento da poupança passa a considerar 70% da Selic mais a TR.

Portanto, quanto menor a Selic, mais interessante se torna a poupança entre os investimentos, especialmente os que têm retenção do Imposto de Renda. Afinal, ela gera um impacto significativo no retorno.

Pensar no rendimento é importante, mas mais importante ainda é definir o que fará com o valor, ou seja, qual sonho deseja conquistar e quando. No momento, a poupança é bastante indicada para sonhos de curto prazo, a serem realizados em até um ano.

Com a provável queda contínua da Selic – considerando a crise e o desemprego – a poupança despontará como um investimento positivo também para sonhos de médio e longo prazo, portanto é válido estar atento.

A poupança foi instituída como um investimento seguro e descomplicado, indicado para pessoas de baixa renda. Hoje segue sendo uma aplicação popular, muitas vezes alvo de preconceito por parte dos investidores, por ter baixo rendimento.

Contudo, no momento de incertezas em que vivemos é válido se atentar aos investimentos conservadores para preservar o patrimônio, sempre buscando retornos acima da inflação.

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