Investir na Educação Financeira pode refletir positivamente no trabalho


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O tema Educação Financeira vem ganhando relevância de uns tempos para cá, tanto no aspecto pessoal quanto profissional. Por isso, é de extrema importância que as pessoas entendam que os problemas financeiros podem prejudicar sua produtividade no trabalho, o que só agravaria a situação.

 

Se o trabalhador está endividado/inadimplente, sem perspectiva, a sua motivação, sem dúvida nenhuma, estará comprometida. E esse problema é mais comum do que se imagina, afinal de contas, a maior parte da população não foi educada financeiramente. É preciso buscar esse conhecimento para mudar o comportamento em relação ao uso e à administração dos recursos financeiros.

 

Há diversos livros, palestras e cursos – alguns até online e gratuitos – que auxiliam nesse processo de conscientização. Algumas empresas oferecem cursos de educação financeira aos seus funcionários, pois sabem da relação direta que esse assunto tem com a produtividade no trabalho.

 

Sempre digo que, aos que estão endividados, não adianta colocar a culpa no sistema, nas instituições bancárias, no cartão de crédito, no salário baixo, etc.; está na hora de assumir a responsabilidade e fazer algo para mudar. Tire umas horas para fazer um diagnóstico financeiro, ou seja, analisar o seu orçamento, descobrir com o que você está gastando o seu dinheiro e onde está sendo cometido excesso.

 

É preciso ajustar o seu padrão de vida à sua situação financeira. Dessa forma, as finanças serão um problema a menos e você poderá se concentrar em outros aspectos da vida, como, por exemplo, no trabalho, até porque, é dele que vem o dinheiro que garante o seu sustento, a realização de seus objetivos e também uma aposentadoria tranquila – o que poucas pessoas se preocupam.

 

Está mais do que na hora de acordar para essa situação. Já existem projetos de lei que obrigam as escolas do ensino básico a terem educação financeira na grade curricular – e já há milhares de colégios que se anteciparam a eles –, empresas que oferecem essa orientação aos funcionários e cursos sobre o tema. Basta procurar e mudar o quanto antes o comportamento, para ver sua vida mudar para melhor, com muito mais realizações.

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IPI para carro reduzido é bom, mas não deve ser aspecto decisivo


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Recentemente, o governo anunciou que o prazo do IPI reduzido para móveis e carros será prorrogado até 31 de dezembro. Para quem estava pensando em comprar um automóvel, a notícia é boa, mas é preciso cautela.

 

Quando eu digo que é boa, além de gerar economia – oIPI dos carros 1.0, por exemplo, sairia de 3% para 7%; a maior alíquota, a dos carros a gasolina, motor entre 1.0 e 2.0, passaria de 10% para 13% —, oferece mais tempo para pesquisar preços e até mesmo, por que não, refletir sobre a real necessidade da compra, afinal de contas, adquirir um veículo não pode ser uma ação impulsiva.

 

Como educador financeiro, já conheci diversas pessoas que comprometeram drasticamente a vida financeira por conta de uma aquisição feita sem planejamento. Um carro é um bem de alto valor, além disso, por conta de sua rápida desvalorização, não é considerado um investimento.

 

Então, se a ideia é comprar um carro, sem dúvida nenhuma, o primeiro passo é descobrir qual a atual condição financeira: endividado, equilibrado ou poupador. Não preciso nem dizer que, quem estiver na primeira situação, não pode nem sequer pensar em comprar um carro a curto prazo. A prioridade no momento deve ser sair das dívidas e não arranjar mais uma.

 

Mas, ressalto: se ter um automóvel é um dos sonhos, já coloque ele nos planos, para que se tenha uma força de vontade ainda maior de quitar as dívidas e poder começar, o quanto antes, a poupar para realizá-lo.

 

Para as pessoas equilibradas financeiramente, o momento é de alerta, pois qualquer decisão errada pode colocar tudo a perder. Essas pessoas não possuem dívidas, mas também não poupam, o que quer dizer que não estão nada preparadas para ter um gasto desses.

 

A recomendação é a mesma: refletir se precisa mesmo ter um carro e, se a resposta for positiva, começar imediatamente a guardar dinheiro para a realização desse sonho de forma consciente e planejada.

 

Àqueles que já são poupadores, que se programaram para a compra do tão sonhado carro, parabéns! Se tiver dinheiro para adquirir à vista, a prorrogação do IPI reduzido é uma ótima notícia, visto que terá mais tempo para pesquisar preço e até para juntar mais dinheiro, podendo pagar à vista, que é sempre o melhor negócio.

 

Faço ainda uma ressalva quanto aos gastos. Muitas pessoas se atentam apenas ao preço do veículo — ou da parcela do financiamento, para aqueles que não compram à vista — e não contam com as despesas agregadas, que, por representarem, em média, 3% do valor do carro, são tão significavas que, muitas vezes, pesam bem mais no orçamento. São elas: manutenção, combustível, IPVA, seguro, licenciamento, lavagens e, até mesmo, possíveis multas.

 

Com esse panorama, pode-se perceber que não basta a notícia de um IPI reduzido ou de uma promoção/feirão — que as montadoras adoram fazer —, é preciso muito planejamento. Mas que, com educação financeira, os sonhos se tornam realidade da maneira correta.

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Nova taxa no uso de cartão de crédito e a necessidade de educação financeira


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O Senado Federal aprovou o projeto que permite cobranças mais caras nas compras com cartão de crédito do que em compras com dinheiro. Em uma primeira avaliação, posso afirmar que o impacto para o mercado não será muito positivo, pois, em um momento de retração das compras, será mais uma taxa que as empresas poderão embutir nas compras, o que poderá fazer com que as compras com o cartão sejam menos utilizadas. Haverá, assim, uma valorização da importância da educação financeira na vida dos consumidores.

 

Contudo, também se terá uma melhor noção do que significa uma compra no cartão, que nada mais é do que uma compra a prazo. Essa falta de percepção não permite que se perceba que, na compra no cartão, se paga encargos e juros. Hoje, quem paga esses encargos são as empresas, que, na maioria das vezes, já repassavam esses valores nos preços dos produtos. Agora, a diferença é que poderá ocorrer a cobrança direta desses valores. Cabe, então, ao consumidor que pagará à vista lutar ainda mais por descontos.

 

Os maiores desafios, caso o projeto seja aprovado, serão: por parte do governo, é estabelecer bem claramente as regras referentes ao tema, até mesmo as tributárias, para que não ocorram abusos por parte das empresas e também erros de entendimento da população. Para as empresas, o desafio será fazer uma análise sobre o real retorno nas vendas da cobrança dessa taxa e, quando optarem pelas mesmas, fazer os cálculos para que tenham o retorno e a adequação dos preços nas compras à vista. Para os consumidores, os desafios são relacionados à educação financeira, realizando melhores compras, com consciência e planejamento.

 

Assim, como falei, o impacto ao consumidor será direto, com aumento nos preços nas compras com os cartões de crédito. É importante lembrar que o consumidor já paga anuidade e outras taxas referentes a essa ferramenta, sem contar que o rotativo é extremamente alto, o que faz com que a cobrança seja altamente injusta. Para se ter ideia, se a empresa cobrar uma taxa de 5% ao consumidor, nessas situações, se deve ter em mente que, a cada 20 compras em um mesmo valor, poderia adquirir mais um produto igual no valor integral só com essa taxa antecipada de juros, isto é, se comprar 20 produtos de R$100,00 com o cartão de crédito, terá gasto a mais outros R$100,00. Assim, o interessante é, mais do que nunca, poupar e comprar à vista.

 

Isso mostra como é fundamental que se utilize essa possível alteração para que incentivemos ainda mais a adoção da educação financeira para as pessoas, com a utilização do consumo consciente. Os consumidores devem ter a consciência de que, nas compras à vista, sempre se pagará juros, sejam esses diretos ou embutidos nos preço do produto.

 

Sabemos que os juros dos bancos realmente são exorbitantes, mas não se deve colocar a culpa nas instituições financeiras, no governo ou no sistema; é hora de assumir a responsabilidade das suas finanças e mudar o comportamento em relação à utilização e administração do dinheiro, ou seja, educar-se financeiramente.

 

Para isso, é necessário ampliar o repertório sobre finanças, de forma consistente e carregada de sentido prático, para assimilar, o mais cedo possível, a importância do equilíbrio financeiro para o bem-estar em todos os âmbitos da vida. Há diversos cursos, palestras e livros disponíveis no mercado que auxiliam nesse processo de educação financeira de maneira descomplicada e eficaz. Isso fará com que as pessoas sejam mais conscientes e sustentáveis no uso dos recursos financeiros, não precisando dar cheques sem fundo, utilizar o limite do cheque especial, pegar empréstimos ou ficar sem honrar com os seus compromissos.

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Planejamento financeiro familiar: como projetar previdência da família


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Aposentadoria é um assunto que, infelizmente, ainda não é bem assimilado pela maioria da população brasileira. São poucas as pessoas que realmente se planejam para se aposentar de forma tranquila e sustentável. O problema maior é que só quando a pessoa está perto de se aposentar é que se atenta que os valores a serem recebidos pela previdência pública, ou INSS, farão com que haja uma drástica queda no padrão de vida. 

É claro que o INSS é de extrema importância, além de ser um direito do trabalhador. Mas não ter outra fonte de renda, como uma previdência privada, é muito arriscado, uma vez que os valores recebidos não são nada atraentes. Para se ter uma ideia, para ganhar R$2.000,00 mensais após se aposentar, é necessário contribuir com uma quantia maior que R$700,00 por mês, durante 30 anos.

Por isso, a importância de se pensar em uma previdência privada o quanto antes – inclusive para os filhos, se tiver. Ter uma aposentadoria tranquila deve ser um sonho de longo prazo, ou seja, que ocorrerá num prazo acima de dez anos. Quando o adulto tem essa consciência, fica mais simples colocar em prática ou mesmo ensinar às crianças.

Abaixo preparei dez orientações para preparar-se de forma sustentável sua aposentadoria: 

1. Reflita, se você não mais trabalhar e receber seu ganho mensal, por quanto tempo manteria seu atual padrão de vida? Lembrando que, se a resposta for de pouco tempo, chegou a hora de tomar definitivamente uma atitude;

2. Para se alcançar a independência financeira, ou seja, uma aposentadoria sustentável, deverá ter de ganho mensal de juros o equivalente ao dobro do custo de vida, por exemplo: ganho R$ 2.500,00, neste caso deverá ter um rendimento equivalente ao dobro, ou seja de R$ 5.000,00, com isso terá seu padrão de vida mantido resgatando somente metade dos rendimentos o restante ficará capitalizado na reserva acumulada;

3. É importante definir qual é a idade que pretende parar de trabalhar por necessidade e quanto de dinheiro deverá ter guardado para viver apenas do ganho de juros;

4. Sobre o tipo de aplicação, aconselho ter uma contribuição ao INSS sobre um salário mínimo, que possibilita alguns benefícios. Porém, é preciso ter uma previdência privada ou guardar dinheiro em uma linha de investimento que possibilite uma aposentadoria sustentável e segura;

5. Mesmo quando o cônjuge não trabalha fora, que é o caso da mulher que opta por cuidar dos filhos, da casa, dos compromissos domésticos, também é preciso que ela tenha seu próprio ganho mensal e para tanto terá que também ter sua previdência;

6. O ideal mesmo é começar muito cedo, oriento para que ao nascer um filho, logo no primeiro mês, já inicie sua previdência aberta ou seja junto com a certidão de nascimento também deveria iniciar os depósitos mensais;

7. Para fazer uma boa escolha na hora de contratar uma previdência privada é preciso saber que se trata de um sonho de longo prazo, acima de dez anos, e para tanto no orçamento mensal este dinheiro deverá ser retirado antes das despesas mensais;

8. Um dos pontos importantes ao escolher uma boa previdência privada são as taxas de carregamento e de administração, é preciso pesquisar e buscar em seguradoras, bancos as menores taxas, hoje muitas dessas instituições nem mesmo cobram taxas de carregamento e a de administração podem chegarem a 0,5% ao ano, opte também pelas grandes instituições, pesquise anualmente e compare, faça a portabilidade se necessário for até porque não há custos;

9. As previdências privadas VGBL ou PGBL são sem dúvidas atrativas e rentáveis, sendo que a PGBL é indicada para quem tem em seu rendimento retenção na fonte de imposto de renda. Porém, sempre recomendo comparar com outras aplicações, é preciso pesquisar;

10. Muitos são os cuidados, mas ressalto a importância de escolher por uma instituição financeira que tenha lastro, que seja de grande porte. Pelo menos uma vez por ano comparar com as previdências de outras instituições, lembrando que não se paga taxa sobre a portabilidade e essa deve ser aplicada se necessário for.

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Dia das Crianças: uma data para adultos e pequenos


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Sabe-se que o índice de endividamento, embora, vez ou outra, caia, ainda é muito alto, não só em nosso país, mas no mundo. No entanto, esse problema já está afetando os mais jovens e o consumo exacerbado e sem planejamento é um hábito visto até entre os pequenos. Com o Dia das Crianças chegando, que tal, além de dar brinquedos e viagens, a família também presenteá-las com algo que será de grande utilidade ao longo de toda a vida: educação financeira?

 

Educar financeiramente a população não é uma moda, mas sim uma necessidade que não dá mais para postergar. E não há fase em que se aprenda com mais facilidade e rapidez do que a infantil. O assunto é de extrema importância, pois será um dos responsáveis por formar uma nova geração de pessoas mais conscientes e sustentáveis em todos os âmbitos da vida e especialmente no financeiro.

 

A exposição de qualquer um de nós às ações publicitárias impulsiona um comportamento consumista e impulsivo, quem dirá das crianças, que ainda não possuem total discernimento e maturidade para não se deixar levar. Hoje, a criança é elevada ao status de consumidora adulta sem estar preparada, mas, com educação financeira, esse cenário, sem dúvida nenhuma, mudará.

 

É claro que, criança é crianças, precisa brincar, se divertir e aproveitar a vida enquanto não tem tanta responsabilidade. E, por isso, no Dia das Crianças, é saudável que os adultos deem brinquedos e jogos, façam passeios, enfim, tudo o que elas esperam nesse dia simbólico. Entretanto, nada impede que, em paralelo, os responsáveis, por meio de pequenas atitudes, sejam o exemplo e mostrem o valor do dinheiro e o papel dele em nossas vidas.

 

Um aspecto que julgo muito importante é incentivá-las a sonhar, antes de mais nada. Devemos ensiná-las que, mais do que apenas comprar aquele produto que querem naquele momento, é preciso sonhar e o dinheiro é apenas um meio para realizar os objetivos materiais. Dessa forma, elas irão crescer entendendo que o dinheiro não serve apenas para ser guardado, sem nenhuma finalidade, ou para ser gasto, sem nenhum planejamento.

E para dar um bom exemplo, nada melhor do que os adultos começarem a se planejar. Sentem e conversem com elas, procurem saber algo que elas estejam querendo nesse momento e algo que elas sonham em ter algum dia. Os cofrinhos são ótimos para instrui-las a como poupar. Sempre aconselho a terem três sonhos: um de curto (até três meses), um de médio (de três a seis meses) e outro de longo prazo (de seis meses a um ano). Dessa forma, serão necessários três cofrinhos, sendo, respectivamente, um pequeno, um médio e outro grande.

 

Essa é uma atitude simples, mas que representa demais para os pequenos, pois eles começam a materializar aquilo que querem e veem, na prática, a quantidade de moedas aumentarem, o que significa que estão cada vez mais perto de realizarem. Aos pais que se sentem um pouco perdidos nessa questão, aconselho que também aproveitem a data para mudarem seu próprio comportamento em relação ao dinheiro, assim, ficará mais fácil ajudar os filhos. Além disso, há livros de educação financeira voltados ao público infantil disponíveis no mercado, os quais os pais podem utilizar para transmitir algumas noções sobre o assunto.

 

O Dia das Crianças pode e deve ser prazeroso, com tudo o que as crianças têm direito; mas deve ser um dia que será lembrado pelos próximos meses pelos bons momentos, rodeado de pessoas que se ama, e não por contas para pagar, que podem se transformar em endividamento.

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Por que a caderneta de poupança é uma boa alternativa?


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A caderneta de poupança, ao longo de muitos anos, vem sendo alvo de grande preconceito por parte dos investidores, isso por ser um tipo de investimento que possui baixa rentabilidade. Contudo, posso hoje afirmar que essa modalidade é muito interessante para as pessoas que buscam um investimento de curto prazo.

Um dos pontos positivos da caderneta de poupança é a liquidez, sendo que é possível a recuperação do valor investido com grande rapidez. Além disso, não possui uma taxa de administração, é isenta de tributação de imposto de renda e imposto sobre operações financeiras (IOF) e possui garantia do Fundo Garantidor do Crédito (FGC) em até R$250.000,00.

Esses benefícios da poupança se justificam por ela ter sido idealizada, a princípio, para uma reserva monetária para as camadas mais pobres da população, que serviria de ajuda nos momentos mais difíceis, principalmente sendo uma garantia para a velhice. Com a proteção do poder público, a poupança foi considerada um investimento seguro e garantido.

Contudo, essas características da poupança também fazem com que a mesma seja ainda interessante para as demais classes, quando essa é direcionada aos sonhos de curto prazo.

Outro ponto bastante relevante em relação à poupança é que, em 2012, houve uma importante alteração no sistema de remuneração, com isso, para os depósitos realizados até 03 de maio de 2012, a caderneta oferece uma remuneração de 0,5% ao mês (dando 6,17% ao ano) mais a variação da Taxa Referencial (TR), usada para complementar os juros pagos pela poupança. Já, para depósitos realizados após essa data, a remuneração é de 70% da taxa Selic, caso ela seja igual ou inferior a 8,5% ao ano, mais a TR.

Mesmo com essa mudança, a caderneta de poupança continua interessante nos casos em que o objetivo do dinheiro é para menos de um ano. Para isso, sempre antes de aplicar, recomendo uma análise aprofundada, definindo claramente os objetivos e direcionando o dinheiro.

Lembrando que esta modalidade de investimento é uma das mais populares do país com risco muito baixo. Posso afirmar que ninguém perderá dinheiro, lembrando que também é grande a facilidade para ter esse investimento, bastando comparecer em uma agência bancário portando RG, CPF e comprovante de residência.

Lembrando que o dinheiro pode ser sacado a qualquer momento, só recomendando escolher adequadamente o dia para retirada, pois pode-se perder rentabilidade. Isso porque a caderneta funciona no sistema de aniversário. Se você depositar o dinheiro todo dia 5 do mês, por exemplo, só obterá remuneração dos juros relativos ao mês se sacar no mês subsequente a partir do dia 5.

Enfim, quando me perguntam se a poupança é um bom investimento, sempre respondo que sim, desde que seja direcionado aos sonhos no período correto, ou seja, curto prazo. Contudo, a pessoa educada financeiramente deverá ter em mente que não se deve limitar a esse investimento, buscando outras linhas que se adequam aos sonhos de médios e longos prazos.

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Bolsa de Valores em alta– quais os cuidados com essa aplicação?


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Nos últimos dias, percebeu-se uma consistente alta nos investimentos em ações das bolsas de valores brasileiras, refletindo, principalmente, o momento político em que estamos vivendo. Isso faz com que um grande número de investidores já se anime a destinar o dinheiro poupado para esse investimento.

Digo isso porque muitos desses já vieram me perguntar o que fazer nesse momento e minha dica é: mantenha a calma e não retire todos os seus investimentos de outras aplicações para direcionar a ações. E, se estiver definido que investirá em ações, apenas escolha muito cuidadosamente em quais irá investir e o quanto de dinheiro destinará a essa linha.

Isso porque, caso o quadro político ou qualquer outra questão altere o clima de euforia, a tendência é que as bolsas voltem a cair, ocasionando prejuízos para quem não é um expert no assunto, já que o investimento em ações é considerado de alto risco, podendo trazer grandes lucros ou até mesmo prejuízos.

Mas mesmo quando se tem prejuízos nas ações em um período, a tendência é que, no futuro, ocorram ajustes no mercado, fazendo com que se recuperem as perdas desse momento e vice e versa. Lembrando que, muitas vezes, na bolsa de valores, os períodos de baixa são interessantes para fazer investimentos, já que é muito mais fácil ter lucratividade em algo que está em baixa e que vai subir do que em algo que já chegou em seu limite. Isso é o principio básico da educação financeira.

Para entender melhor, é interessante detalhar o que são ações: uma empresa tem seu capital social dividido em pequenas parcelas chamadas ações (também chamadas simplesmente de “papéis”). Esse tipo de investimento é indicado para quem quer realizar sonhos de longo prazo (ou seja, acima de dez anos). No Brasil, esse tipo de operação é feita na BM&FBOVESPA, principal companhia brasileira, criada a partir de uma fusão entre a Bolsa de Valores de São Paulo e a Bolsa de Mercadorias e Futuros. Qualquer pessoa pode comprar e vender ações na bolsa. De modo simplificado, quando você compra uma ação, você compra uma porcentagem da companhia em questão, então, a pessoa passa a ser uma sócia da empresa.

Por isso, algumas preocupações são necessárias antes de investir nessa linha de investimento. A primeira pergunta é: quando vou precisar deste dinheiro que irei investir? Isso porque a bolsa é um investimento para longo prazo, isto é, o investidor possivelmente não terá lucro imediato, entretanto em um período de cinco anos, o retorno pode ser muito maior do que outros investimentos disponíveis no mercado. Isso, claro, desde que a pessoa saiba fazer boas aplicações. Por isso, é imprescindível ter uma visão ampla das finanças pessoais.

A pergunta sobre a necessidade do dinheiro é fundamental, pois mesmo existindo casos de investidores que conseguiram grande lucro em um pequeno prazo de tempo, esses são exceções. Em função disto, o investidor não deve comprometer recursos destinados às despesas de primeira necessidade ou gastos imediatos.

Outro aspecto criado em torno do investimento em ações que não corresponde à realidade é que esse investimento não é muito seguro, em função de relatos constantes de pessoas que perderam tudo e criaram dívidas quando realizaram esse tipo de investimento. Contudo, fatos como esses são raros e, geralmente, ocorrem com investidores que estão iniciando sua aventura, sem o acompanhamento adequado.

Investidores de primeira viagem enfrentam diversos problemas por não conhecerem a fundo a hora certa de realizar um investimento, assim, quando eles percebem que um grande número de investidores está comprando uma determinada ação, eles vão atrás desta. Todavia, em alguns casos, eles realizarão essa compra quando essas ações não forem mais interessantes, proporcionando prejuízos.

A questão cultural também impede o investimento de muitos em ações, sendo que, no Brasil, quando se fala na realização de um investimento, a maioria da população pensa logo em caderneta de poupança, não se atentando que esse tipo de investimento tem um retorno muito baixo, sendo apenas uma forma de guardar dinheiro para o futuro e não uma forma de ampliar os seus rendimentos. Já o investimento na bolsa, além de ser uma forma de guardar o dinheiro, se realizado da forma correta, pode garantir um bom lucro.

As ações podem ser compradas de três maneiras. A primeira é por um fundo de investimento, que funciona como um condomínio. Cada um dos seus investidores tem direito a uma cota, que corresponde a uma porção do total de ações que o fundo tem. Cada fundo tem seu próprio estatuto, que informa suas regras e o grau de risco de seus investimentos. Todo fundo precisa ter um gestor certificado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que coordena as compras e vendas de ações. Assim, quando uma pessoa adere a um fundo, deve estar de acordo com sua política de investimento, especificada em seu estatuto.

A segunda é por um clube de investimento, que têm um caráter menos formal que um fundo. Um grupo de amigos ou familiares pode formar um clube, que pode ser aberto, com no mínimo três pessoas, e chegar até um limite de 150.  Diferentemente do fundo de investimento, essa segunda opção não precisa de um gestor certificado pela CVM, mas um representante que dê à corretora a ordem de compra ou venda de ações. Nesse caso, há maior liberdade por parte das pessoas que compõem o clube sobre quanto e onde será investido.

E por fim, existe uma terceira opção, que é individual. Nessa situação, a pessoa controla as ordens de compra e venda de suas ações. Para escolher quais ações comprar, pode contar com os consultores da corretora, que irão tirar dúvidas e ajudar a identificar quais são os bons investimentos para aquele momento.

Assim, mesmo com o cenário assustador apresentado nos últimos dias, reforço: não tenha medo de investir, procure uma corretora certa e reserva parte do dinheiro – nunca mais que 30% – para a realização de seu sonho futuro, com segurança.

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Políticos devem pensar na saúde financeira além do mandato


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(Fonte: Wikimedia Commons)

Com todas essas discussões políticas acontecendo, é um ótimo momento para falar sobre saúde financeira dos políticos. Ao serem eleitos, todos passam a receber um ganho mensal; trata-se de uma remuneração como qualquer outro posto de trabalho. É uma profissão que requer conhecimento e, acima de tudo, experiência.

Mas assim como qualquer outra profissão, os políticos também não aprenderam como administrar o dinheiro ganho. Eles sofrem da mesma ausência da educação financeira, o que é preocupante, pois o tempo de permanência nos cargos é curto, em média, quatro anos. Alguns conseguem se reeleger, em caso de serem reconhecidos pela sociedade, mas nem sempre isso acontece.

Sendo assim, um ponto de grande relevância é que, nos primeiro dois anos, o politico eleito tem que focar em mostrar o porquê foi eleito. Geralmente, nos outros dois, já terá que ficar de olho na continuidade; seja um prefeito para a sua reeleição, seja um vereador, que poder se reeleger por quantos mandatos quiser. Mas uma coisa é certa: trata-se de uma profissão extremamente carente de educação financeira.

Os políticos têm como missão servir a sociedade e, com isso, acabam se esquecendo de suas vidas e, muitas vezes, não se preparam para uma derrota nas próximas eleições, fazendo com que, nos anos seguintes, não tenham nenhuma remuneração, levando milhares à sua plena falência pessoal e familiar.

Junto com os ensinamentos de como administrar uma cidade ou legislar em prol dela, também se faz necessário a educação financeira para que possam, inclusive, entender melhor as contas pessoais e familiares de seus eleitores. Um político educado financeiramente certamente serve de exemplo, cuidando não só do dinheiro publico, como também do seu próprio ganho.

Um dos pontos altos que vêm acontecendo já em alguns municípios são os programas de educação financeira nas escolas públicas. São dezenas de prefeitos em conjunto com suas secretarias de educação que vem implantando essa nova disciplina na grade curricular das escolas.

Assim, é necessário que, desde o primeiro dia do mandato, já se planeje para quando o período acabar. É importante criar uma alternativa de renda ou não se distanciar de sua atuação anterior, garantindo, assim, o futuro financeiro e o profissional.

Se sua situação já for confortável financeiramente, as preocupações serão menores, mas, ainda assim, é importante que não se perca o foco das questões financeiras e que viva dentro de um padrão de vida dentro de sua realidade, pois, caso contrário, poderá ter que repensar o seu padrão de vida ao fim dos quatro anos.

Porém, se sua situação não for tão boa assim, cuidado, já passou da hora de fazer um diagnóstico em sua vida financeira. Como estão os seus ganhos e os seus gastos? Anote, por 30 dias, tudo o que gastar, separando as despesas por categorias. Dessa forma, você verá que comete muitos excessos.

Lembro ainda que, estar em um cargo público, executivo ou legislativo, significa ter algumas regalias, como carro à disposição com motorista e outros benefícios. Quando deixar o cargo, o político voltará a sua vida ao normal, por isso, é preciso ter muita cautela.

Há também os cargos de confiança, assessores e chefes de gabinetes, por exemplo, que também cumprem o mesmo período e, por isso, também requer preocupação quanto ao dinheiro ganho neste período.

Por fim, inicie imediatamente a poupar para o seu futuro. Defina objetivos de curto (até um ano), médio (de um a dez) e longo prazos (acima de dez), dentre os quais deverá estar o sonho da aposentadoria tranquila.

E qual é o valor de uma aposentadoria sustentável? A quantia que a pessoa deverá ter investido até a sua aposentadoria terá que proporcionar o dobro do seu atual padrão de vida, podendo sacar, mensalmente, apenas 50% desses juros e guardando o restante como reserva acumulada.

Pode parecer simples, mas, na prática, as pessoas têm que ter muito claro esse objetivo e se preocupar com outras questões, dentre as quais os investimentos devem estar em uma aplicação que nunca tenham rentabilidade menor do que 0,5% ao mês.

Administrar um cargo público não é algo simples, contudo, por mais que demande tempo, é fundamental que não se deixe de lado sua vida pessoal.

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Dia da Poupança – quem poupa realiza mais sonhos


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Em 31 de outubro, comemorou-se o Dia Internacional da Poupança. Embora a data já seja comemorada há mais de 80 anos no país, boa parte da população ainda não assimilou a importância do assunto e não adquiriu o hábito de poupar, visando à realização de sonhos, e isso acontece pela falta educação financeira.

Os índices de endividamento continuam altos, assim como mostra a recente pesquisa divulgada pela Serasa, que aponta que, no Brasil, há cerca de 57 milhões de pessoas inadimplentes, o que representa 40% da população adulta. Isso significa que guardar dinheiro antes de comprar algum produto ou serviço ou mesmo pensando na aposentadoria tranquila, ainda não é uma ideia bem assimilada pelas pessoas no geral, mas que, com princípios básicos da educação financeira, essa mentalidade pode ser alterada.

Esse é um problema preocupante, sem dúvida, pois atinge pessoas de diferentes faixas etárias e níveis sociais e culturais, e porque a população brasileira está envelhecendo sem se preparar financeiramente para essa fase da vida. Jovens que acabam de entrar para o mercado de trabalho já estão entre os mais endividados.

Para mudar esse quadro, o primeiro ponto que deve ser entendido é que não adianta esperar sobrar dinheiro no fim do mês para guardar. Os sonhos devem ser prioridade e não os gastos aleatórios. Sendo assim, logo quando receber o salário, é preciso retirar o valor destinado à realização dos sonhos. E, para isso, é preciso ter esses objetivo bem definidos, saber quanto custam e quanto poderá poupar por mês para eles.

Onde investir cada valor poupado vai depender do prazo do seu sonhos; se for de curto (até um ano), pode ser investido na caderneta de poupança mesmo, de médio (de um a dez anos), fundos de renda fixa ou variável são boas opções, pois quanto maior o prazo de investimento menor o imposto cobrado, de longo (acima de dez anos), recomendo ações na Bolsa de Valores, títulos do Tesouro Direto e previdência privada.

Formas de poupar
– Evitar compras por impulso: os consumidores devem se fazer algumas perguntas antes de comprar: “estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência ou baixa autoestima? Se não comprar isso hoje, o que acontecerá? Tenho dinheiro para comprar à vista? Se comprar a prazo, terei o valor das parcelas?”;
– Pesquisar preço e comprar à vista: tudo que se compra em prestações paga-se mais caro. Já quem pesquisa o melhor preço paga menos e aumenta a chance de comprar à vista e obter desconto;
– Pedir desconto: se um produto custa mil reais e pode ser parcelado em 10 vezes de 100 reais, certamente, à vista custará de 10% a 20% menos;
– Reter 10% dos rendimentos: para começar a construir a independência financeira, deve-se guardar 10% do que ganha. Com o tempo, pode-se partir para um plano de previdência privada para complementar o INSS.

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Black Friday: como consumir com consciência?


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Conhecida como Black Friday, a data é comemorada no Brasil desde 2010, causando um grande aquecimento no mercado. Essa, sem dúvida nenhuma, é uma oportunidade ótima para se comprar aquilo que já estava planejando, com um preço, muitas vezes, bem melhor do que os praticados normalmente no resto do ano. No entanto, além de nem sempre o desconto valer a pena, grande parte das pessoas não agem com consciência e acabam extrapolando o orçamento.

Todo ano é constatado que algumas marcas aumentam seus preços dias antes, oferecendo um falso desconto na Black Friday, ou então que os valores não são tão convidativos assim. Realmente, esses problemas existem, mas a verdade é que tudo depende do consumidor. Não adianta mais ficarmos tentando achar culpados para o endividamento, é preciso analisar seus próprios hábitos e atitudes em relação ao uso do dinheiro e entender onde está errando.

E essa questão comportamental é trabalhada com educação financeira, cujo um dos princípios é o consumo consciente. Trazendo esse tema para a realidade do fim de ano, que tem 13º salário, Black Friday e muitas compras de Natal, o primeiro passo é analisar a situação financeira, para saber como agir. Se o dinheiro gasto com os presentes de Natal já estiver programado, parabéns! Quando há planejamento, não é preciso utilizar ganhos extras e muito menos se endividar para comprar o que deseja.

E por que falo tanto em se planejar? Porque quando isso não é feito, facilmente somos influenciados pelas propagandas e somos tomados por nossos impulsos consumistas, o que, juntos, formam uma combinação capaz de nos levar não só ao endividamento como à inadimplência, que é ainda mais grave.

Caso a situação seja de equilíbrio financeiro, ou seja, não está devendo nada, mas também não poupou para fazer as compras, a orientação é que se tenha calma, pois a tendência é sair gastando, já que “não tem nenhuma dívida”. Mas não é bem assim. A primeira orientação que dou é que se faça uma lista das coisas que precisa comprar, inclusive os presentes que se pretende dar neste Natal.

Assim, na sexta-feira (28), com o Black Friday, poderá pesquisar todos os itens da lista e ver quais conseguirá comprar com um bom desconto. É importante também definir um limite de gasto com cada presente, para que a empolgação não acabe fazendo com que se ultrapassem os limites do orçamento financeiro, causando sérios problemas. Outro ponto que é preciso prestar muita atenção é ter cuidado para não gastar um dinheiro que não tem, somente para ter status e impressionar pessoas que, muitas vezes, nem mesmo conhece.

Relacionei outros cuidados que devem ser tomados comprar bem na Black Friday:

1) Não compre se para isso precisar se endividar. Parcelamento também é uma forma de dívida. Se for inevitável, tenha certeza de que cabe no orçamento;

2) Analise se a compra não trará custos extras para a família ou para a pessoa posteriormente;

3) Se antecipe à Black Friday, pesquisando os preços dos produtos que deseja comprar para ver se os descontos que darão realmente são interessantes;

4) Faça uma lista detalhada de tudo que pretende comprar e quem deseja presentear e quanto pretende gastar com cada um;

5) Se estiver em situação financeira problemática, e quiser adiantar as compras de Natal, uma dica é priorizar as crianças. Será mais fácil explicar para os adultos o jovens o motivo de não receberem presentes;

6) Utilize a internet como meio de pesquisa, mas cuidado, só acesse e compre em sites confiáveis, crimes digitais são cada vez mais comuns;

7) Se prepare para ir as compras nas lojas com tempo e roupas confortáveis, além disso é importante uma dose extra de paciência, evitando que se compre rapidamente para acabar com o martírio;

8) Procure, por meio de conversas, saber quais são os reais desejos das pessoas. Muitas vezes se compra coisas caras, sendo que presentes baratos seriam muito mais bem vindos.

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